Um olhar sobre… Eleições 2018 (E t-I)

Um olhar sobre… Eleições 2018 (E t-I)

(Texto e2 – Eleições 2018

A Linguagem e a Comunicação Visual nas Mídias Sociais:  acirramento e alienação; intolerância e violência assumem o protagonismo!

 

Na expectativa de continuidade do processo eleitoral 2018, de pronto mais uma vez, “Crônicas do Cotidiano” em observação. Focaliza-se a incredulidade do fenômeno visível, buscando o (in)visível, o (in)tangível, nas entrelinhas das mídias sociais e no tête à tête, quando em confronto com o “amigo”, a “amiga”, o “parceiro”, a “parceira”, os costumeiros entregadores de pizza, os motoristas de táxi, a diarista, cabeleireiro (a), e… pasmem! o médico e o dentista, a médica e a dentista, com raríssimas exceções, os profissionais da saúde, em meio ao colapso na Saúde Pública.  Mas, continuamos com nossa “análise das entrelinhas”, uma vez que o objeto de observação continuará sendo “…o teor, o estilo e a conotação das mensagens trocadas”, mas acrescidas do confronto real, este inevitável, pois, afinal devemos ir às urnas e brevemente (Domingo, dia 28 de outubro de 2018). Como dizíamos, “No cenário atual, nos deparamos com a emergência de um formato atípico, multifacetado com um número expressivo de candidatos afiliados a diversos partidos políticos, fenômeno inimaginável nas eleições tradicionais com nítida polarização entre partidos rivais.” O que diferencia é que voltamos à bipolaridade, o que contribui para o acirramento dos ânimos, da intolerância e, por enquanto, da agressividade que poderá se transformar em violência. Mais uma vez, a total ausência de “… um florescimento dos ideais políticos, com propostas comprometidas com a Soberania Nacional, com o fortalecimento da Cidadania ou com a qualidade de vida da população.”. As ideias continuam voltadas ao fanatismo e à religiosidade sem qualquer preocupação quanto aos programas de governo apresentados pelos presidenciáveis.

 

Por questões político partidárias, as pessoas perdem a honra, os amigos e a capacidade de ser integro e viver uma vida comum na sua própria sociedade. (Sócrates Di Lima)

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