• Albert Eckhout (P t-II)

    Albert Eckhout (P t-II)0

      Dança dos Tarairiu (Tapuias) Ficha Técnicada obra Dança dos Tarairiu (Tapuias): Outros Títulos Dance of Tapuyans Dança dos Tapuias Dança Tapuia Dança dos Índios Tapuias Tapuia Dance Autores Albert Eckhout Técnicautilizada para produzir a obra: óleo sobre tela Dimensões 172.00 cm x 295.00 cm Acervo Nationalmuseet (Copenhague, Dinamarca) DANÇA dos Tarairiu (Tapuias). In: ENCICLOPÉDIA

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  • Frans Post (P t-I)

    Frans Post (P t-I)0

    Frans Post Data de nascimento de Frans Post:1612 Local de nascimento:(Holanda / Haarlem) | Data de morte17-02-1680 Local de morte:(Holanda / Haarlem Biografia Frans Janszoon Post (Haarlem, Holanda 1612 – idem 1680). Pintor, desenhista e gravador. Inicia-se na pintura em Haarlem, na Holanda, onde possivelmente estuda com o irmão, o arquiteto Pieter Jansz Post (1608 – 1669). Freqüenta os

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  • A cidade no Século VII – Philipéia de Nossa Senhora das Neves. (Ph t-II)

    A cidade no Século VII – Philipéia de Nossa Senhora das Neves. (Ph t-II)0

    No Brasil colonial, a Província  da Paraiba, o núcleo urbano e a sociedade que então se formava, visava a conquista e a posse do território. Os acontecimentos relativos à Cidade Filipéia, que ora buscamos resgatar remete-se ao domínio do Império Ibérico, sob o reinado de Portugal e Espanha.  Mapas, gravuras, estampas e vistas foram produzidas

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  • A paisagem registrada nos primeiros mapas (análise dos mapas) (Ph t-I)

    A paisagem registrada nos primeiros mapas (análise dos mapas) (Ph t-I)0

    Nas imagens, a seguir, a área do Porto do Capim encontra-se ainda muito primitiva, nas fraldas da colina. Mesmo não sendo visualizada na imagem, é possível inferi-la nessa área, em meio à vastidão do espaço que a imagem sugere. De autoria de João Teixeira Albernaz I, o Velho (1602-1666), a imagem original foi produzida pela

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  • “Carta da Barra do Rio Parahyba ov Rio de São Domingos. 1626”. (C t-II)

    “Carta da Barra do Rio Parahyba ov Rio de São Domingos. 1626”. (C t-II)0

      Nas imagens, a seguir, a área do Porto do Capim encontra-se ainda muito primitiva, nas fraldas da colina. Mesmo não sendo visualizada na imagem, é possível inferi-la nessa área, em meio à vastidão do espaço que a imagem sugere. De autoria de João Teixeira Albernaz I, o Velho (1602-1666), a imagem original foi produzida

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  • “Capitania da Parahyba em 6º a sul da Equinothial”. 1609. (C t-I)

    “Capitania da Parahyba em 6º a sul da Equinothial”. 1609. (C t-I)0

    A autoria desses mapas foi creditada a Diogo de campos Moreno, bem como a autoria do Livro que dá razão do Estado do Brasil de 1626 do qual faz parte essa Relação. Não obstante o valor do mapa como um todo, com destaque para a Foz do Rio Paraíba e a paisagem estuarina, vale ressaltar

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  • A paisagem registrada nos primeiros mapas da cidade Parahyba – (I t-IV)

    A paisagem registrada nos primeiros mapas da cidade Parahyba – (I t-IV)0

    Os documentos consultados – desenhos iconográficos, cartas, mapas e estampas – mostram a topografia da cidade em dois planos: a parte alta, enfatizando as edificações religiosas nos pontos mais elevados da colina, e a parte baixa, à margem do Rio Sanhauá, afluente do rio Parahyba do Norte. Toda a paisagem da cidade edificada na colina

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  • A paisagem registrada nos primeiros mapas da Cidade Parahyba – (I t-II)

    A paisagem registrada nos primeiros mapas da Cidade Parahyba – (I t-II)0

     Mapa intitulado “Capitania da Paraíba em 6º a sul da Equinothial 1609”, de Diogo de Campos Moreno.In: MENEZES (1985, s.p.). Os documentos consultados – desenhos iconográficos, cartas, mapas e estampas – mostram a topografia da cidade em dois planos: a parte alta, enfatizando as edificações religiosas nos pontos mais elevados da colina, e a parte baixa, à

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  • A cidade Parahyba nos registros da Iconografia (I t-I)

    A cidade Parahyba nos registros da Iconografia (I t-I)0

    Neste primeiro momento, a pesquisa busca resgatar a paisagem, ainda primitiva, da Capitania da Parahyba para analisar a produção do núcleo urbano e a formação da sociedade citadina que permeava a conquista e a posse do território, no Brasil colonial. Neste propósito, foram analisados os acontecimentos relativos à Cidade Filipéia, sob o domínio do Império

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